Das novelas mexicanas

Se tem uma coisa que me pega sempre é uma novelinha mexicana. Cresci assistindo as novelas que passavam no SBT, porque meu pai não me deixava assistir as da Globo por conta de seu conteúdo impróprio para crianças e adolescentes, com  o que concordo plenamente. Aliás, se presidente fosse, meu primeiro ato seria proibir a exibição de “Malhação”, que vem formando gerações de adolescentes que acham que escola é lugar de pegação e que ter filho com 16 anos é normal e fácil… Enfim.

Então minha vida foi dominada por Carrossel, Marimar, Maria do Bairro, Maria Mercedes, Coração Selvagem, A Usurpadora, Luz Clarita, Carinha de Anjo… Quando o “Canal de las Estrellas”, a Rede Globo do México, estava na grade da Sky, minha vida era perfeita… Amei essas novelas a ponto de acompanhar os lançamentos pela internet, adquirir os compactos em DVD e procurar em todos os homens que vou conhecendo os traços de um mocinho típico. Muito amor!

Em um dia de falta de luz em Porto Alegre logo ao final de Maria do Bairro, comecei a pensar nos elementos recorrentes nessas novelas. E aqui começa uma série de posts, escritos à luz de velas, onde vamos discutir os elementos comuns a todas as novelas mexicanas “de qualidade” (ou brasileiras com o mesmo espírito, como a já clássica “Fascinação”).

Enjoy! Ou não.

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Sobre ociolivre

A prática do ócio livre era o ideal de vários filósofos antigos. Onde nossas reflexões nos levarão?
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