Do mocinho – parte 1

Uma coisa é certa: o público-alvo das novelas somos nós, as mulheres, com raríssimas exceções. A única que consigo lembrar agora nem é mexicana, é nossa brasileiríssima (e queridíssima) Roque Santeiro. “Estou certa ou estou errada?” (Sinhozinho Malta feelings).

E como nós somos o alvo, é claro que o mocinho da novela tem que ser feito na medida certa para nossas ambições. E só dois tipos de homem se encaixam no que nós queremos: o absoluto herói e o bundamole. A exceção que confirma essa regra é Sérgio Santibañez, de “Marimar”. Ele não é um completo poltrão, mas está longe de ser um herói…

O absoluto heroi é o homem perfeito de que todas nós precisamos. Ele é forte, viril, confiamos nele. Sabemos que ele nos protegeria de qualquer perigo e que seu caráter está acima de qualquer censura. Mesmo quando ele está contra a lei, sua motivação é justificada e ele é leal a seus pares, como meu amado Juan Del Diablo. Na categoria dos heróis absolutos coloco, além do perfeito Juan, Manuel Fuentes Guerra e Adolfo Solis (ambos de “Amor Real”, o que tornou a novela muito mais interessante), Luís Manrique e Cristóbal de Lara (ambos de Alborada). Coincidência ou não, todos os meus heróis absolutos estão em novelas de época…

E os bundamoles? Bem, eles merecem seu próprio post.

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A prática do ócio livre era o ideal de vários filósofos antigos. Onde nossas reflexões nos levarão?
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