De D. Miguel, “O Sacaneado”

Durante os anos (e já são alguns) em que me interesso por História, quase sempre li em fontes brasileiras. E elas sempre pintavam D. Miguel, o “mano” de D. Pedro I, como o cão. Traidor, pérfido, safado, usurpador, o filho de Carlota Joaquina que não seria de D. João VI… Enfim, tudo de ruim.

Eis que nessas férias, visitando o Palácio de Queluz, vi imagens da aclamação de D. Miguel, e só daí fui ver que ele foi rei por 06 (!!) anos, e firmado num argumento legal: como D. Pedro havia renunciado aos seus direitos na sucessão portuguesa, chegando a fazer a independência do Brasil, ele, D. Miguel, seria o legítimo sucessor de D. João VI. Justíssimo, não?

E aí? Como explicar?

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A prática do ócio livre era o ideal de vários filósofos antigos. Onde nossas reflexões nos levarão?
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