Da necessidade de “reprogramar” o cérebro

Depois de quase um ano em que muita coisa mudou, volto a escrever aqui… Boa parte do meu tempo livre foi direcionada para a minha dissertação de mestrado e para o cultivo de um novo (e espero que eterno!) relacionamento.

Então, de escrever eu parei, mas de ler… jamais! E durante esse tempo, o Universo insistiu muito em um tema: o poder que existe nas nossas mentes e a necessidade de usá-lo com sabedoria. Diferentes fontes, que chegaram a mim por “lados” diferentes, acabaram abordando o mesmo assunto: Napoleon Hill, Eckhart Tolle e Geraldo Rufino.

Napoleon Hill é sensacional. Recomendo muito fortemente a leitura de “A lei do triunfo”, que garantiu seu lugar no meu cantinho de “Livros Fundamentais”. Apesar de o título ser meio brega, o conteúdo é genial. Basicamente (porque o livro certamente merece um post à parte), o autor discorre sobre as principais características das pessoas bem-sucedidas, compiladas a partir de anos de entrevistas realizadas por ele com vultos como Henry Ford e Thomas Edison, entre outros. O autor fala muito sobre a importância de colocarmos coisas positivas e úteis em nossas mentes, e em dirigirmos nossos pensamentos para nossos objetivos. Enfim, fala muito sobre autossugestão, mas de uma maneira muito interessante.

Em outro momento, assisti a um estudo de caso sobre a vida de Geraldo Rufino na plataforma MeuSucesso.com. A figura e a “filosofia” do Geraldo Rufino são lindas e geniais em sua simplicidade. Anotei no meu livrinho de orientações para a vida o que ele falou que é necessário para a felicidade: casa própria (coincidindo com o Décio Basin, ídolo absoluto!), nome limpo, uma “condução” e boa alimentação. Ele também fala diversas vezes sobre o poder do pensamento, a ponto de escrever “Pense positivo” na fachada de sua empresa… Anotei também a orientação sobre a “disciplina com carinho”, e pretendo usá-la com os filhos que porventura vier a ter. 😉

Sobre o Eckhart Tolle e “O Poder do Agora”, ainda não me sinto pronta para escrever… Cheguei a ele após ler o “O que eu sei de verdade”, da Oprah Winfrey, e seu conteúdo “espiritual” é bem mais denso… Lembrou um pouco um livro que li quando era evangélica, da Joyce Meyer, que se chamava “O Campo de Batalha da Mente”, e me parece que a idéia central era a mesma, apesar de a construção dos argumentos ser bem diferente.

Ora, se pessoas de vários meios, formações e crenças utilizam e ensinam esse mesmo princípio, então é muito provável que ele seja verdadeiro. Resta aprender a praticar…

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Sobre ociolivre

A prática do ócio livre era o ideal de vários filósofos antigos. Onde nossas reflexões nos levarão?
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