Melhores Frases

” – Dagny, como você conseguiu? Como conseguiu sobreviver intacta?

-Obedecendo a apenas uma norma.

-Qual?

-Não colocar nada – nada – acima do veredito da minha própria mente.”

Ayn Rand, em “A revolta de Atlas”

“Bem-aventurado aquele que souber escolher entre todas as paixões a mais elevada; sua bem-aventurança cresce e se multiplica, desmesurada, a cada hora, a cada minuto, e ele penetra cada vez mais fundo no paraíso infinito da sua própria alma.” Nikolai Gógol, em “Almas mortas”

“Com dados insuficientes, é fácil estar errado.” Carl Sagan

“O mundo endurece o coração da maioria dos homens. Porém, aqueles que são menos suscetíveis de endurecimento são obrigados a criar para si uma espécie de insensibilidade fictícia, para não serem enganados nem pelos homens nem pelas mulheres. O sentimento que um homem honesto carrega, depois de entregar-se alguns dias ao convívio social, é ordinariamente penoso e triste: a única vantagem que ele produzirá é a de fazê-lo achar o retiro agradável.” Chamfort

“Um homem é rico na proporção do número de coisas de que é capaz de abrir mão.” Thoreau

“Porém, com a mesma intensidade com que a perturbação está no teu encalço, assim mesmo as graças te procuram. A que estímulo responderás?

Esta é a questão principal, a que te devolve a força de ser a consciência que testemunha e intervém na realidade, a despeito de as circunstâncias serem pacíficas ou adversas.

Esta é a única questão, a fundamental.

Se a queres formulada de outra maneira, pensa assim, Tu és o produto inerte das circunstâncias, ou Tu és um acontecimento?” Do sensacional “Quiroga, o Astrólogo” – https://www.facebook.com/astroquiroga?ref=ts&fref=ts

“Vencer não é esmagar ou abater pela força todos os obstáculos que encontramos – vencer é adaptar-se.

Adaptar-se não é o conformismo, o servilismo ou a humilhação; adaptar-se quer dizer tomar a coloração do ambiente para melhor lutar.” Getúlio Vargas

“Em vez de acalmar-me, com as suas perguntas, a vida me juncou de interrogações. Assim, não pertenço à linhagem dos que têm resposta para os seus semelhantes. Antes, sou da família espiritual dos que só têm perguntas e, com a sua constelação de incertezas íntimas, só sabem indagar e semear dúvidas.” Lêdo Ivo

“Um temperamento calmo e jovial, resultante de uma saúde perfeita e de uma organização feliz, um entendimento lúcido, vivaz, penetrante e que concebe criteriosamente, uma vontade moderada, branda e, por isso, uma boa consciência, são méritos que nenhuma posição ou riqueza podem substituir. Pois, o que alguém é para si mesmo, o que o acompanha na solidão e ninguém lhe pode dar ou retirar, é manifestamente para ele mais essencial do que tudo quanto puder possuir ou ser aos olhos dos outros.” Schopenhauer, “Aforismos para a sabedoria de vida”.

“Foi assim toda a minha meninice, tem sido assim toda a minha vida: uma luta perpétua entre a terra da realidade e o mar de sonho, um litígio incessante entre a razão e a imaginação. E ambos esses elementos avançam um contra o outro, conquistando praias provisórias, fincando colônias precárias. Para evadir-me de um, busco o outro; e, para fugir deste, recorro ao primeiro; e chega o momento em que ambos se interpenetram e confundem um bloco maciço e perfeito, milagrosa harmonia que se nutre simultaneamente do resplendor do sol a pino e do silêncio das estrelas.” Lêdo Ivo

“Os que vivem, são os que lutam; são

Os que a meta firme preenche alma e cabeça,

Os que de um alto destino escalam o acerbo cimo,

Os que andam pensativos, tomados por fim sublime,

[…] Os que têm coração bom, os que têm dias cheios.

Estes vivem, Senhor, aos outros lamento.

Pois de seu vago tédio o vazio os embriaga,

Pois o mais pesado fardo, é existir sem viver.” Victor Hugo

“A liberdade de amar em nada é menos sagrada que a liberdade de pensar. O que hoje se chama adultério é idêntico ao que se chamava antigamente heresia.” Victor Hugo, seu safadinho!

“Há notícias de uma digestão demorada e laboriosa, como a de certos alimentos.

Enquanto ela dura, o espírito não se acha à vontade e como que se agita sob a influência de uma incômoda sensação; mas, pouco a pouco, opera-se um íntimo trabalho assimilador, acalma-se a espécie de febre digestiva, que acompanhara aquela elaboração mental, e tudo entra na ordem. A notícia, que nos impressionara, perde enfim quanto se nos havia figurado de estranho; sentimo-nos mais livres e em mais felizes disposições para encararmos os fatos.” Júlio Dinis, o Dostoievski lusitano, em “As pupilas do Senhor Reitor”

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